sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Fait-divers

Eh eh e tinha os olhos direitinhos!!

Aqui está uma coisa porreira que descobri! Por acaso já sabia que o JDQ já tinha jogado mas ainda não tinha tido "a" confirmação! Ao que parece até foi campeão nacional! Isto é engraçado porque tenho-o visto (e não o conheço a não ser da TV) imensas vezes nos últimos tempos: nas roullotes em alvalade, na rua e agora durante o meu surf na net! Ah e ele também andou na minha Universidade! Ja vi stalkers começarem por menos!

Abraço

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Lazer I

Sai um sem carnes moles!

A Cabana da Estrela

Na maioria dos restaurantes, a quarta-feira é o dia do Cozido à Portuguesa, mas para nós, Quinta-feira é que é sinónimo de cozido, mas só na Cabana, um restaurante (casa de pasto), na Estrela. O cozido vale pela simpatia dos donos e de quem nos serve, e pelo próprio cozido, claro! Tem a vantagem de podermos escolher e ser bem servidos, se pedirmos sem as "carnes moles" nome que arranjámos para descrever as orelhas, mão de vacas e coisas do tipo que eu nunca percebi porque incluem no prato. Assim surgem na (farta) travessa mais enchidos e couves (para fazer bem à saúde)! A Cabana tem um ambiente especial, estilo Cheers, pois estão practicamente as mesmas pessoas, quase nos mesmos lugares e todas a conversar umas com as outras, pois já se conhecem ou dali ou do bairro, pois também paraece o sítio onde a malta (já mais velha, típica de Lisboa) se junta. Tal como no Cheers exitem as "personagens", o gajo que domina as conversas, sobre tudo, a "velhinha" que conhece todos e toda a gente e sabe a vida de todos, e quando não conhece não tem vergonha de perguntar, o velho que vai lá come, bebe e sai e não diz nada, e os novos, que lá vão almoçar, metem conversa (piropos e etc.) com o pessoal do "staff" e voltam na semana seguinte! É o típico restaurante/café de bairro que vale pela simplicidade, simpatia e cozinha normal, que para mim é o melhor, pois come-se bem e barato! Para sobremesa a mousse (caseiríssima) é do melhor que já comi, o Brigadeiro também vale a pena (confesso que só experimentei porque a mousse já tinha acabado, mas não me arrependi). Recomendo a todos os apreciadores de restaurantes simples! A Também é um bom sítio para a jola de final da tarde e jantar (disseram-me)! Fica a morada: Rua da Bela Vista à Lapa 18 Lisboa (vindo da Basílica em direcção em S. Bento na 1ª à direita)!

Abraço

Política X

O Quê? Menino eu? Já tenho rugas na testa!!

O Menino Guerreiro!!

Mesmo sabendo que o homem andou por aí, mesmo sabendo que esteve de volta para o debate do orçamento, ainda que por 2 dias (alguém o viu desde então?) a sua obra ficará para sempre, ainda que não seja sua! Para meu grande espanto, descobri que "O menino guerreiro", esse hit de 2005 lançado na campanha para as últimas legislativas, afinal é anterior às mesmas, sendo um hit de Gonzaguinha, um músico Brasileiro de intervenção, que a editou em 1983, e que, tanto quanto sei, não foi por ter despedido ou dissolvido. Fica aqui o link com o perfil do "verdadeiro" Menino Guerreiro e a letra do hit!

Abraço

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Livros I

Aqui está o Pedro, o nosso Jon Stewart!

Ao Volante do Poder

Toda a gente sabe quem é Pedro Faria (e agora nós também)

Cavaco e Soares conhecem-no. Durão e Sócrates também. Durante 24 anos, Pedro Faria, um emigrante que não gosta da palavra emigrante, foi o motorista quase oficial da elite política e diplomática portuguesa em Nova Iorque. Viu de tudo e escreveu um livro, Ao Volante do Poder. Banda sonora para a leitura: New York, New York, Frank Sinatra

Pedro Faria escreveu um livro em que a suposta elite política portuguesa se porta como uma provinciana em Nova Iorque. A fumar onde não deve, com a mania das grandezas, a deixar gorjetas de um cêntimo em restaurantes selectos, a atirar maços de tabaco vazios pela janela fora. E agora, mais de um mês após a publicação do livro, Pedro Faria não vê onde é que está a impertinência de contar estas coisas. Se soubessem o que ficou por contar... “Foram 24 anos a lidar com o poder político, e não só, numa cidade cosmopolita e extremamente agitada como Nova Iorque”, explica, no átrio do Hotel Sheraton, em Lisboa. “Achei que era interessante dar a conhecer toda uma série de histórias que aconteceram. Aquelas que podiam ser publicadas, como é lógico: havia outras que se podiam contar mas não conto porque, aí, é um pouco de ética... Mesmo algumas das que estão aí e que não têm maldade absolutamente nenhuma – até são extremamente inocentes – incomodam quase toda a gente. Os nossos políticos não gostam de se ver retratados assim.” A bazófia, o nacional-espertismo, a arrogância, o desenrascanço, a cunha: nada do que Pedro Faria descreve em Ao Volante do Poder (Bertrand Editora) nos é estranho; pelo contrário: faz parte da imagem que temos de nós próprios enquanto colectivo. O que é novo, e melindrável (e embaraçoso, já que se tratam de representantes políticos e diplomáticos do país), é constatar que podemos não ser os únicos a sabê-lo. É o confronto de uma certa tacanhez lusitana com a grande metrópole nova-iorquina.

Artigo do Suplemento P2 (Público) de hoje.

Tenho a honra de conhecer o Pedro pelas minhas incursões futebolísticas de sexta-feira, e fiquei contente por ter lido este artigo. Sinceramente acredito em todas as estórias/histórias que ele contou, algumas delas em ambiente de conversa de balneário, antes de o livro sair. Não sendo um grande leitor, consequentemente ainda não li o livro mas recomendo-o desde já pois, devido às conversas que tivémos (apesar de serem practicamente numa via - o Pedro conta e nós ouvimos), o conteúdo desde é bastante interessante. Tal como o resto do artigo do Público refere, nada de mexerico estilo 24 Horas, mas não é um documento ou um estudo, ali conta-se umas estórias/histórias sobre alguns políticos e pronto! E acho que o interesse está aí!
Abraço!

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Política IX

Jobs for the boys v.2.0

PSD


A modernização do PSD passa por uma reestruturação organizativa e funcional do partido, de modo a que este tenha condições de elaborar propostas para a governação da sociedade com base em estudos de qualidade e em informações actuais. Para isso, o PSD tem de deixar de viver do voluntarismo e do amor à camisola dos militantes e profissionalizar-se, passando a funcionar como uma empresa, como fazem os grandes partidos europeus. Esta é a convicção da nova direcçãodo PSD, para quem a actual situação tem de ser alterada a curto prazo. Para isso, o novo presidente vai apresentar em breve ao conselho nacional um plano de acção e um conjunto de medidas. Dando início à profi ssionalização do partido, vai ser aberto um concurso, ao qual só podem concorrer militantes, para seleccionar assessores para a comissão política do partido. Estes gabinetes funcionarão por áreas e trabalharão articulados com os assessores do grupo parlamentar, coordenados por um vice-presidente da bancada, um vogal da comissão política e um vice-presidente do partido como responsável máximo.
A mudança da organização do PSD passará também pelo redesenho da função das sedes do partido. A ideia é a de que as sedes se abrem só para as campanhas eleitorais, pelo que é necessário torná-las úteis ao cidadão. Assim, o cidadão poderá ir a uma sede do PSD saber como concorre à universidade ou como paga os impostos e recebe também a informação do que o partido pensa sobre o assunto. É neste contexto que a nova direcção do PSD põe a hipótese de vender sedes, incluindo a sede nacional na Rua de São Caetano à Lapa, em Lisboa. O objectivo é ter edifícios funcionais para as novas necessidades. A venda de parte do património imobiliário do PSD prende-se também com a necessidade de financiamento da modernização do partido. A este nível, as mudanças poderão passar pela introdução de quotas diferenciadas, em que os militantes de mais posses paguem mais.

Notícia do Público de 20 de Novembro de 2007


Isto só demonstra a (grande) visão de Menezes: "Provavelmente não "cheiramos" o Poder nos próximos tempos, por isso temos que nos empregar a nós próprios!! Se não é no Estado, criamos nós o nosso pequeno Estado!"

Abraço

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Política VIII

Calla-te co...!!

Espanha

Gostei da atitude do Rei Juan Carlos ao mandar calar aquele Venezuelano! Sinceramente não acho que tenha sido um acto de coragem, foi simplesmente atitude! E isso é de louvar! Acho que devíamos anexar Espanha! Passava a ser uma região autónoma de Portugal! Era só vantagens: mais dinheiro de impostos, população produtiva, e finalmente tínhamos uma família Real engraçada e um líder regional de que nos orgulhássemos!

Abraço

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Jornalismo II

Please leave God out of this!!

Biffes!!


O jornal inglês “Daily Telegraph” fez um inquérito para determinar quais as dez leis mais estúpidas da Grã-Bretanha.Eis o resultado: é ilegal morrer no Parlamento; é considerado um acto de traição colar um selo com a figura da monarca de cabeça para baixo; em Liverpool,é proibido a uma mulher estar em topless a menos que trabalhe numa loja de peixes tropicais; o tradicional bolo de frutos secos não pode ser comido no dia de Natal; na Escócia, se alguém lhe bater à porta para usar a sua casa de banho tem de o deixar entrar; uma mulher grávida pode “aliviar-se” onde quiser; a cabeça de uma baleia morta que dê à costa no Reino Unido é propriedade do rei, mas a cauda fica para a rainha; é ilegal omitir às autoridades fiscais algo que não queira que se saiba, mas legal não prestar informações sobre algo que não se importe de partilhar; é ilegal entrar no Parlamento envergando uma armadura; e, na cidade de York é permitido matar um escocês junto às antigas muralhas, desde que ele transporte um arco e uma flecha.


Mais uma pérola das notícias (Global Notícias de hoje)! Será que temos leis assim estúpidas? Para quem quiser saber as leis estúpidas dos States carregue aqui!
Abraço

Jornalismo I

Bem, O Zidane já foi agora é o Cannavaro, a seguir vai um Português...

Terrorismo

Os clientes do barbeiro argelino Samir Boussa, 35 anos, detido terça-feira no Porto sob suspeita de envolvimento em terrorismo, dizem que trabalhar devagar era a sua marca distintiva e que perdia mais tempo no café – bebia uns atrás dos outros – do que a tratar do look dos clientes. Quanto ao seu alegado envolvimento em actividades terroristas, todos concordam, no entanto, que o seu comportamento nada o indiciava. “Geralmente, o Samir só cortava a barba e era muito lento. Nunca demorava menos 30minutos”, contou Marco Gonçalves, de 31 anos, enquanto outro cliente, António Teixeira, de 36, admitiu que a “lentidão pegava-se” porque – acrescentou, o empregado de Samir Boussa, igualmente argelino, “nunca conseguia cortar o cabelo em menos de uma hora.”

Descobri esta pérola do jornalismo no Global Notícias de hoje! Quando não existe nada mais a explorar sobre um tema, surge a idiotice! Sobre o barbeiro Argelino preso no porto, descobriram que era mau barbeiro! Estavam à espera de quê? Que para além de ser um excelente barbeiro ainda desse uns toques no Coimbrões (e marcasse golos como o Sektioui) e fosse para casa fabricar umas bombas? E que se queixasse ao patrão que bebia muitos cafés porque tinha passado a noite toda a ler planos de bombas? A culpa também é nossa: Temos penteados muito complicados! De certeza que era o mais rápido a rapar o cabelo!


Abraço

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Política VI

O que é ser Comunista?

Não está à vista? Começou por ser Barbudo e Feio, depois Careca e Feio, depois era preciso ter as maiores sobrancelhas do mundo e hoje é fazer poses gays quando se é fotografado!
(Baseado nas fotos da P2 do Público de hoje. Não afirmo assim à leviana!!)

Abraço

Política V

Devem ter conta no BCP!!

Portugal
O que é o debate do OE? É a Liga dos Campeões? Sinceramente parece! Realmente vivemos de futebol, e ontem mostrámos que assim é, quando não discutimos Futebol, discutimos algo como se fosse futebol. O debate de ontem foi analisado sobre essa óptica (baseado nos jornais que li): Dois partidos partiram para a ronda, cada um com a sua estrela: Sócrates (nem de propósito) e Santana (uma espécie de Ronaldo, o brasileiro, sempre foi considerado o melhor mas quando teve que carregar a equipa vacilou, estilo França 98, mas no fundo é mais parecido com o Dani do Sporting). Mais não interessa, só o confronto entre eles, nem equipa, nem quem prepara as pastas. Treinadores, não há: Sócrates é tudo, equipa, jogador, treinador, apanha bolas, apenas tem um roupeiro: Mário Lino. Santana não precisa nem de equipa, nem treinador, só de alguém que diga: “vai jogar para ali antes de saíres à noite”! E foi neste espírito que decorreu o debate e a análise. Começou com o “o início de um novo ciclo” de Santana (uma frase que se usa sempre depois da mudança de treinador), anteontem, e acabou com: (notícia do Público) “Devolvam os bilhetes.” A frase de Francisco Louçã, dita ontem já o debate do Orçamento do Estado ia longo no Parlamento, resumia o sentimento geral que se seguiu ao frente-a-frente entre o primeiro-ministro José Sócrates e o seu antecessor Pedro Santana Lopes. O actual líder parlamentar do PSD não conseguiu corresponder às expectativas que ele próprio ajudou a criar, ao anunciar para ontem o início de um novo ciclo. “Este era o debate para o Primeiro Ministro ganhar. Não correu como eu queria, amanhã há-de correr melhor”, reconhecia Santana ao fim do dia. Não sem antes apontar o dedo ao presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, que lhe pediu para terminar ao fim dos cinco minutos previstos: “Contava com a sua habitual tolerância. Nunca o vi fazer isto”, lamentou, lembrando que José Sócrates falou durante mais de meia hora. “O Governo sai vencedor com um Orçamento em que tem resultados, porque vence quem tem resultados”, analisou por seu lado o primeiro-ministro, depois de ter recusado a ideia de um duelo: “Isto não é o Parque Mayer”, ironizou. Tinha se intervir um daqueles velhos “resmengas” (da bancada, 3º anel) a criticar porque é a única coisa que sabe fazer, depois nem árbitro escapou às críticas da parte do vencido, que se guardou para a segunda-mão e terminou com a terminologia que só os jogadores percebem: Isto não é o Parque Mayer?? Só podia ser ou o Chen ou o Estádio da Luz. Mas lá está, Sócrates não percebendo de teatro refugiou-se em algo que faz bem, mas que não interessava nada para o tema: Teatro.
Abraço

Lazer I

Tão-se a rir? Quando saírem as digitais vou ser rei!!

Fotografia

O Jason, sob o seu alter-ego, gosta bater uma chapas por aí, e agora tem uma secção em que partilha os seus olhares do mundo que o rodeia! Chequem no link "Mais coisas porreiras"!

Abraço