sexta-feira, 28 de março de 2008

Sociedade

Eu digo necessário, somente o necessário...

Green Disney


A moda do Go Green não chegou à Disney, segundo este artigo a Disney à muito que é green, aliás provavelmente é devido aos seus filmes que muitos de nós somos defensores do ambiente, mas não o sabíamos pois, segundo Dr Whitley, autor do livro, as mensagens são secretas e algumas delas foram agora desvendadas. Sinceramente acho discutível a análise do autor, pois acho que alguns filmes focam outros assuntos sociais e não apenas a defesa do ambiente mas a mensagem eventualmente, pode lá estar.


Abraço

segunda-feira, 24 de março de 2008

Sociedade

No Reino dos Allgarves

Os nossos Reis na altura da fundação tinham razão ao na classificação de Reino de Portugal e dos Algarves. Para mim o Algarve é outro país! Nunca fui grande simpatizante da região e depois deste fim-de-semana continuo a não ser. Quis que o meu fanatismo pelo Sporting me levasse ao Reino para ver a final da Taça da Liga! Já sabia de antemão que não iria para o melhor dos lugares mas mesmo assim, optimista como sou, pensei que a Quarteira não seria assim tão má! Big mistake! A fauna por lá é …um Cacém com praia (definição da Babe)! E eu (orgulhosamente) sou do Cacém! Mas claro que existem excepções, porque conheço uma bela turma de lá!
Começando pela simpatia da restauração (não sou bife não levo sorriso) e a rapidez do serviço, passando pelos transportes, que não percebo a lógica e os horários, seguindo para a “beleza” do Estádio do Algarve, um estádio que fica literalmente no meio do nada e com uma pala enorme que não protege da chuva e do frio, e ficando na organização da Taça da Liga que numa final de uma taça proíbe as típicas roulottes com bifanas e couratos no exterior do estádio e obriga-nos a pagar 3.5€ por uma sandes de panado e a esperar 30 minutos por ela nos bares do estádio, foram só Pérolas! Claro que nem falo nos exímios marcadores de Penalties que o meu clube tem, pois isso nem foi a cereja em cima do bolo! A cereja foi o trânsito que apanhei no Domingo para me vir embora do Reino e chegar a Lisboa.

Abraço

quinta-feira, 20 de março de 2008

Desporto

Pequim, Tibete ou casa?

A última grande discussão sobre os JO é sobre não ir aos Jogos Olímpicos? Normalmente não se vai por não ter mínimos, mas agora por razões políticas alheias ao espírito olímpico (que entretanto desapareceu na "era moderna"), pode-se não ir. Sinceramente toda a discussão sobre o boicote, acho moralista, logo discordo! Não que esteja a fechar os olhos à questão do Tibete, mas porquê usar os JO uma competição desportiva,que é apolítica para marcar posições políticas? Não se foi à Rússia por causa da Guerra do Afeganistão, e agora onde é que estão os Americanos? Quem perdeu? Os atletas que apenas querem competir e vivem disso! Acho que a melhor maneira de marcar posição é ir e competir e quem quiser assinala o seu protesto de uma forma criativa! De certeza que muitos atletas o tencionam fazer! Aqui está um bom protesto!

Abraço

segunda-feira, 17 de março de 2008

Sociedade

Depois de um jantar em Santos com a Babe, ao olharmos para a fauna que por lá andava, a Babe lembrou-se deste artigo do Markl! De certeza que todos já pensámos um pouco no assunto, mas o Nuno condensou tudo no artigo!! Tá Lindo!!

A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida. E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que hoje rondam os trinta.O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no Tom Sawyer. "Quem?", perguntou ele. Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus... Como é que ele consegue viver com ele mesmo? A própria música: "Tu que andas sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás, aqui e além..." era para ele como o hino senegalês cantado em mandarim.Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não conhece outros ícones da juventude de outrora. O D'Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Sebastien et le Soleil, combatendo os terríveis Olmecs; Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos;A Super Mulher, heroína que nos prendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas,lembram-se?); O Barco do Amor, queapesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa. Naquela altura era actual... E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração: O Verão Azul. Ora bem, quem não conhece o VerãoAzul merece morrer. Quem não chorou com a morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem, meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada. Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram, o que os torna fracos: Ele nunca subiu a uma árvore! E pior, nunca caiu de uma. É um mole. Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia ser duplo de cinema. Ele não se transformava num super-herói quando brincava com os amigos. Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamos nas obras e que depois personalizávamos. Aliás, para ele é inconcebível que se vá a uma obra. Ele nunca roubou chocolates no Pingo-Doce. O Bate-pé para ele é marcar o ritmo de uma canção. Confesso, senti-me velho...Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador. Tudo bem, por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, em que tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, eles vão ficar à toa, à procura do comando da Playstation e a gritar pela Lara Croft. Óbvio, nunca caíram quando eram mais novos. Nunca fizeram feridas, nunca andaram a fazer corridas de bicicleta uns contra os outros.Hoje, se um miúdo cai, está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e fazer exames a possíveis infecções, e depois está dois meses em casa fazer tratamento a uma doença que lhe descobriram por ter caído. Doenças com nomes tipo "Moleculum infanticus", que não existiam antigamente. No meu tempo, se um gajo dava um malho muitas vezes chamado de "terno" nem via se havia sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terra espalhada por cima não estancasse.Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos pelas orelhas, porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos. Um gajo na altura aprendia a viver com o perigo. Havia uma hipótese real de se entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos tétano num prego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia para ir para a praia. E sabíamos viver com isso. Não estamos cá? Não somos até a geração que possivelmente atinge objectivos maiores com menos idade? E ainda nos chamavam geração "rasca"... Nós éramos mais a geração "à rasca", isso sim. Sempre à rasca de dinheiro, sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na universidade, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar o carro. Agora não falta nada aos putos. Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para se juntar e para servir de presente de anos e Natal, tudo junto. Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil, Gameboy, tudo.Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de bicicletae ele pergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM tem aquela versão da bicicleta.Com tanta protecção que se quis dar àjuventude de hoje, só se conseguiu que 8 em cada dez putos sejam cromos. Antes, só havia um cromo por turma. Era o totó de óculos, que levava porrada de todos, que não podia jogar à bola e que não tinha namoradas. É certo que depois veio a ser líder de algum partido, ou gerente de alguma empresa de computadores, mas não curtiu nada."(Nota: ...os chocolates não eram gamados no "Pingo Doce"... Ainda se chamava "Pão de Açúcar"!!!)

Abraço