Desejo a todos os ávidos leitores deste pasquim um bom ano!
Tenho a referir que há algo de mágico poder confundir foguetes com tiros de pistolas e caçadeiras e alternar entre fogo de artifício e very-lights. Foi assim que comecei o ano, numa varanda das Olaias, com vista para Chelas. Mais ou menos como se tivesse em Israel com vista para Gaza. A propósito a situação (recente) em Israel levou-me a reflectir sobre um tópico: o funcionalismo público na guerra. A guerra apartir de hoje tem horário definido, devido à interrupção para Ajuda Humanitária, o que poderá originar uma atitude de 9h-17h de ataque a Gaza. "Bem são 9h bora lá começar", "Epa são 16.30h hoje já não disparo mais!", ou ainda "Cá nos arrastamos, mais tirinho menos tirinho!".
Ano Novo foi para mim sinal de, mais uma vez, acordar ressacado numa casa estranha, mas afinal a casa era a minha! Pois é, agora tenho casa e os meus pais já têm casa "deles"! Ontem fui lá (a casa dos meus pais) e chocou-me a remodelação que a minha mão fez à casa, especialmente àquele quarto onde "espalhava magia".Provavelmente vai alugá-lo e fazer dinheiro (para compensar o prejuízo que comecei a dar desde os 18 anos)!
Abraço

2 comentários:
boa sorte para a nova vida malandro!
Qt ao bom paralelismo com a vida laboral só não estou a imaginar duas situações - o cabo israelita a fazer a pausa para o café e para ir ver ao quiosque mais próximo as gordas dos jornais, nem o Guerrilheiro do Hamas a dizer " deixem-me lá sair do esconderijo que eu tenho que ir lá fora fumar um cigarrinho" ... sendo esta preocupação não só devido à lei do fumo em recintos fechados como por poder criar situações explosivas!
Mais improvável seria um encontro entre os dois durante a interrupção de três horas para a ajuda humanitária (das 13h às 16h)? Mas daria humanismo ao conflito. Um encontro entre estes dois funcionários de onde sairia a conversa de circunstância:(Israelita) Então, tudo bem? (Palestiniano) Cá nos arrastamos, não é verdade?
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